sábado, 24 de outubro de 2009

Escola bíblica mais atuante - Dicas

COMO PODEMOS CONTRIBUIR PARA TORNAR A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL MAIS ATUANTE E INTERESSANTE?

Adaptação: Rev. Dr. José Kennedy de Freitas, Ph.D, e Rev. Dr. Claudio Antonio dos Santos, Th.D


1. SAIBA COMO PLANEJAR, COM EFICÁCIA, SUA AULA:

Conteúdo- deve ser de pleno conhecimento do professor, o primeiro a ser considerado no planejamento da aula.

Extensão e tempo- é necessário verificar a quantidade de informações e ensinamentos a serem transmitidos. É preciso fazer uma seleção de conteúdos, priorizar as informações e ensinamentos que mais se harmonizam com os objetivos da aula, de forma prática no tempo disponível.

A exposição de uma lição requer uma boa distribuição de tempo:

• Abertura (5%) – uma espécie de “quebra-gelo”.
• Introdução (10%) – estabelecimento de relações com o tema estudado na aula anterior. Desperta a disposição para a aprendizagem. É por isso que deve haver criatividade, por parte do professor, que, também, precisa utilizar notícias de jornal, fatos contemporâneos, ilustrações e experiências corriqueiras para que os alunos se familiarizem.
• Interpretação (30%) – a argumentação bíblica do professor deve ser consistente com as verdades contidas na Palavra de Deus, de tal modo que os alunos posam interpretá-las e aplicá-las.
• Aplicação (40%) – o aluno deve ser estimulado a mudar aspectos de sua vida para andar de acordo com o que está contido nas Escrituras: os princípios, leis, ensinamentos que devem ser levados em consideração, esclarecidos e assimilados para a formação do caráter cristão. É o momento no qual deve-se estimular a participação, o partilhar de experiências que propiciem edificação e aprendizado. Tudo isto deve ser feito com a supervisão e direcionamento do professor para que não se escape dos objetivos da aula.
• Conclusão (15%)- recapitulação das principais informações transmitidas e repasse de conhecimentos aprendidos. É o momento de fechar idéias, confirmar doutrinas e demonstrar a importância da mudança de atitudes e comportamentos. É momento de comunhão e edificação espiritual, por meio do qual os alunos farão uma introspecção para expor, diante do Senhor, a situação real de sua vida em busca de mudança.

A importância do planejamento e do ensino eficaz:

É o momento no qual o professor vai explorar, ao máximo, o seu potencial e criatividade, constatando o interesse dos alunos pela Palavra de Deus e o desejo de retribuir o que lhes foi ensinado. Para alcançar isto, o professor deve ser previdente e organizado, administrando o seu tempo semanal com a meditação da lição que vai ensinar.
Por meio do ensino, o professor desperta a mente do aluno para captar e reter a verdade, motivando-o a pensar por si mesmo, da seguinte forma:

1. O aluno precisa crer que não é o professor que o ensina.O professor tem que fazer que fazer com que o aluno pense por si mesmo, estimulando a sua atividade intelectual para que ele descubra as verdades implícitas na sua mensagem. Somente há aprendizagem com a atividade mental dos alunos. Para isto, devem ser guiados de tal forma que possam expressar com segurança seus novos pensamentos, com base nos resultados da leitura e observações do professor.

2. O professor deve explicar o novo com base no antigo, partindo do conhecido para o desconhecido, do claro para o obscuro, do fácil para o difícil. A eficiência do seu ensino está na apresentação de imagens já conhecidas para que os alunos façam associações, da mesma forma que Jesus o fazia com as parábolas.

3. Deve-se considerar a faixa etária, as condições sócio-econômicas, bem como os interesses do aluno para que possamos ensiná-lo de acordo com as suas necessidades, adaptando o ensino ao desenvolvimento moral e espiritual dos mesmos (ou seja, à altura espiritual dos alunos).

4. A verdade a ser ensinada deve provocar mudanças na vida do professor, permitir que o mesmo se emocione, sinta o impacto daquela palavra ensinada em sua vida e a pratique. Quem domina a lição e permite que ela o comova, também saberá comover os seus ouvintes.

5. Vejamos o que Myer Pearlman diz acerca do papel do eficiente professor:
“…Você, professor, tem de relacionar constantemente as partes das Escrituras – comparando as histórias com as doutrinas, as profecias com seu cumprimento, os livros com os livros, o Antigo Testamento com o Novo Testamento, os tipos com os arquétipos (modelos, anotação nossa), para que o aluno aprenda que a Bíblia não é uma coleção de textos e de fatos separados, estanques, mas uma unidade viva, cujas partes estão relacionadas vitalmente umas com as outras, como os membros do corpo humano. Vimos depois que o professor precisa aplicar continuamente a lição à vida individual, e à coletiva, para que o aluno fique sabendo que todo ensino bíblico está relacionado com os fatos de sua vida. Nenhum ensino bíblico é teórico, sem aplicação prática.”

2. COMO O PROFESSOR DEVE SE PREPARAR

1. Preparo espiritual – à frente da sala deve estar um verdadeiro cristão, alguém que tenha uma real experiência de conversão e que procura santificar sua vida. Tal serviço prestado ao Rei é resultado de uma vocação, um gesto de adoração. Não basta ser profissional, é necessária a submissão ao Senhor Jesus, uma vida de adoração, de execução da Sua vontade e busca pelas coisas de cima, tal como o salmista orou: “Desvenda os meus olhos, para que eu veja as maravilhas da Tua lei.” (Sl 119.18). É preciso reconhecer-se dependente do Senhor, incapaz de compreender a Palavra sem o Seu auxílio, moldando a sua vida de acordo com esta Palavra. O professor deve ser um depósito de verdades divinas e fiel guardião da sã doutrina à medida que viver em comunhão com a Palavra de Deus (Sl 119.97; Ex 3.1). Este amante da Palavra, certamente, vive com o seu coração a ferver com palavras boas, ensinamentos eternos e vivos que fazem toda a diferença (Sl 45.1).

2. Preparo bíblico eficaz - o preparo espiritual é um pré-requisito indispensável para se dar início ao preparo bíblico, num profundo mergulho nas Escrituras, que se apresenta nas seguintes atitudes:

• fazer diversas leituras do texto bíblico, comparando as diferentes versões;
• formar uma biblioteca pessoal que contenha dicionários, concordâncias, comentários e manuais bíblicos que auxiliarão na interpretação dos textos;
• fazer diversas perguntas ao texto para identificar promessas, ordens, mandamentos, princípios, doutrinas, orientações e lições. O descuido com a pesquisa traz inúmeros prejuízos à aula, o que contribui para desmotivar os alunos;
• fazer um esboço detalhado do texto bíblico – dividir o texto em partes menores permite a assimilação de novas informações;
• selecionar as lições mais importantes do texto – a Bíblia é como um poço de águas cristalinas que saciam a nossa sede; como uma caverna que contém inúmeros tesouros, os quais, para serem encontrados, requerem tempo, paciência e coragem de quem os busca. Deve haver prazer em meditar na Lei do Senhor (Sl 1.2) para efetuar este intenso trabalho de pesquisa.

3. Estudo da lição desde o início da semana – o ideal seria que todo professor reservasse, pelo menos, meia hora de cada dia, para estudar a lição. Dessa forma, resolveria aquelas questões que surgem, durante o estudo, antes de ministrá-lo à sala, encontrará melhores ilustrações e referências para o assunto, disporá de mais tempo para orar, bem como contar com a função cerebral subconsciente, segundo Rev. Dr. Kopinits:
“O subconsciente nos ajuda muito. Sabe-se que por meio do subconsciente aprendemos muito. Depois de havermos feito um estudo árduo e consciente de um assunto, nossa mente continuará trabalhando na questão, enquanto dormimos ou cuidamos de outras coisas. O ditado muito conhecido que diz ‘consulte o travesseiro’ acerca de uma decisão ou problema, está certo. É exemplo do que vimos dizendo sobre o subconsciente. Mas acima de tudo, lembre-se de que por meio da oração é possível estimular sobrenaturalmente as nossas faculdades mentais. ‘Ele os guiará em toda verdade’, diz-nos Cristo. Note que a palavra ‘guiar’ subentende que devemos estar procurando a verdade, ou em outras palavras: estudando.” (Dr. Marcos D' Kopinits - Anotações).

4. Estudo consciente

• O texto bíblico da lição deve ser averiguado, analisado, dissecado, experimentado antes da investigação profunda do comentário da revista.
• Ajuntar material além do necessário para a aula. Isso depende da aplicação e dedicação do professor que deseja inspirar amor pelo estudo, trazendo informações adicionais ao texto da lição para a classe.
• Estudar o texto e o contexto de forma detalhada.

5. Registro pessoal de seu estudo – o professor deve preparar-se em oração e fazer anotações pessoais (na escrita e na prática) que estejam relacionadas à edificação do caráter cristão e testemunho pessoal. A mensagem a ser transmitida deve provocar o efeito da transformação de vidas. Daí a necessidade do testemunho pessoal.

6. O estudo da lição – o planejamento da aula com base nos objetivos da lição é fundamental para que o professor ensine uma mesma verdade de várias maneiras. Tudo o que ele disser deve estar centrado no objetivo principal da lição. O tema principal será como um Sol, ao redor do qual se moverão todos os pensamentos a ele relativos, tais como os planetas o fazem ao redor da maior estrela

7. Apresentação da lição – o início da aula é o momento de negociação, momento no qual o professor vai lançar o anzol com uma isca bem apetitosa para atrair o aluno a si, mantendo-o fisgado. Para isto, ele deve elaborar estratégias que façam o aluno pensar, despertem o seu interesse, explicando verdades novas com o auxílio de verdades já assimiladas. O esboço não deve ser lido para a classe. Deve ser apresentado como um esqueleto que o professor vai revestir com a carne, usando os comentários necessários para revesti-lo e tornar a mensagem compreensível.

8. Ilustração da lição – o professor precisa estar atento ao limite de tempo que possui para que possa ministrar a aula de acordo com o objetivo principal. Myer Pearlman compara a ilustração da lição à edificação de uma casa:

• “ Dominar a matéria e determinar o objetivo correspondem, digamos, a fazer um desenho da casa pronta, e elaborar a descrição detalhada da planta. Pode incluir a decisão quanto ao material que se há de usar.
• A introdução da lição representa a abertura dos alicerces.
• Resumir a lição é levantar as estruturas de concreto.
• As perguntas correspondem às divisões revisadas. Pediu-se aos alunos que respondessem a algumas perguntas acerca do assunto.
• Por meio de trabalhos práticos, por escrito, ou por meio de diálogo, o professor dará o acabamento à obra.”

Ele ainda acrescenta:

• “As ilustrações correspondem às janelas e às lâmpadas elétricas que iluminam as dependências da casa. As ilustrações esclarecem o tema, ajudam o aluno a compreendê-lo, e assim mantém seu interesse. Por isso, é melhor o professor preparar uma lista de ilustrações. ”

Para fazer bom uso das ilustrações, o mesmo autor deixa-nos algumas sugestõesde como as ilustrações devem ser:

• mais claras que a verdade que ser ilustrar;
• interessarem o aluno e estar relacionada à sua experiência,
• relacionarem-se realmente com a lição;
• apresentadas com um certo limite, evitando-se o excesso;
• causar boa impressão;
• sugerirem boas idéias;
• aplicadas à verdade e a verdade aplicada à ilustração. Ex.: parábolas.

9. A conclusão da lição – é o momento no qual o professor vai trabalhar para despertar no aluno o firme desejo de colocar em prática tudo o que aprendeu, dando a ele oportunidades para memorizar a mensagem principal e amar a verdade ali ensinada. Pois o que mais importa é a aplicabilidade do conhecimento, o que nos faz recordar a unidade do homem como a apresenta Pestalozzi: espírito – coração – mão. Observando este aspecto, o professor possibilitará o desenvolvimento da tríplice atividade humana, contribuindo para o aprimoramento da inteligência, da moral e da técnica: conhecer – querer – agir: “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti” (Sl.119.11).

Fonte:www.prazerdapalavra.com.br

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Deus ama os pequeninos


Quando fiz o curso da APEC,houve questionamentos à respeito de se evangelizar crianças,da necessidade de salvação dos pequeninos por parte de algumas irmãs,que vieram até a deixar o curso por acharem que criança não é pecadora e por isso não necessita ser salva.
Eu creio que todo aquele que tem condições de compreender o que é certo ou errado,precisa conhecer Jesus,e reconhecê-lo com Senhor e Salvador.
Mas o que eu queria dizer mesmo é que vale a pena o trabalho com os pequeninos,porque a Bíblia diz:"Aquele que leva sai chorando,levando a semente para semear,voltará com cânticos de júbilo,trazendo consigo os seus molhos".

E como isso é verdade!Vejam essas fotos que tirei num trabalho realizado com meninos carentes de uma favela há muitos anos.Plantamos a semente,e hoje,quase todos estão firmes em uma igreja,não na minha,mas em outras denominações que também pertencem a Jesus.

Precisamos nos preocupar com as crianças marginalizadas,não fazendo acepção de pessoas.Essas crianças das fotos eram as vezes espancadas,passavam fome e eram extremamente carentes de amor e orientação sobre higiene entre outras coisas.
Essas fotos foram tiradas num dia que ganhei alguns yogurtes e levei para eles,por causa de um fato que me marcou muito:"Uma irmã deu alguns trocados para um deles comprar balas,mas ele não entendeu que eram para ele.Quando ela disse isso a ele,na mesma hora seu semblante ficou triste,e quando ela perguntou o motivo ele respondeu:-Se eu soubesse que era para mim o dinheiro teria comprado um yogurte porque outro dia eu achei um no lixão,mas minha mãe não me deixou tomar porque tinha bichos".

Triste não é meus amigos?
Eu tenho um sonho: "Um dia vou criar um projeto para trabalhar somente com crianças de rua",porque crianças limpinhas já tem gente demais para evangelizar.
Ah,essa loirinha da foto é minha caçulinha bem pequena ainda,e eu estou do lado de cá da foto hehehe...

domingo, 11 de outubro de 2009

Aulas dinâmicas melhoram a aprendizagem


"A dupla giz e quadro negro está cada vez mais ultrapassada." É o que garante um estudo realizado pelo NTL Institute for applied Behavioral Science, organização americana especializada em estudos sobre o comportamento humano.


Segundo o trabalho, a retenção das informações pelos alunos varia conforme o método utilizado pelo educador: aulas meramente expositivas são menos eficazes do que as enriquecidas com exemplos práticos, atividades lúdicas e discussões em grupo. 'Aprendemos mais quando somos levados a refletir e a estabelecer relações' explica o professor Sérgio Leite do Departamento de Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas. Veja abaixo os números levantados pelo instituto americano: Palestra 5% Leitura 10% Audiovisual 20% Demonstrações 30% Grupos de discussão 50% Exercícios práticos 75% Ensinar aos outros e uso imadiato 80%

Sugestões e exemplos de atividades dinâmicas coletadas do Manual para o Culto Infantil 2000 - Ed. Sinodal.

- Colocar a criança na situação de um dos personagens. Antes de contar a história de Zaqueu propor que uma suba na mesa e observe as demais no chão e deixar que comentem suas reações; ou na história de um cego, antes de começar a história, proponha que fechem os olhos e tentem caminhar até o outro lado da sala ou abrir um pacote, e ouvir as descobertas e sentimentos. Na história da dracma perdida, esconder moedas na sala, para que as crianças procurem (pode ser moedas de chocolate também).

- Explorar o conhecimento prévio das crianças. Na mesma história de Zaqueu, ao invés de experimentar subir na mesa, perguntar e ouvir os relatos das crianças sobre quando já subiram em árvores e qual a sensação que tiveram. Se a história fala de um mendigo, perguntar sobre os mendigos que vêem na rua, como será que eles se sentem, etc... - permitir que participem durante a história.

1. combinar no início da aula, cada vez que aparecer o cachorro na história vocês devem dar dois latidos e cada vez que alguém bater à porta, vocês batem 3 vezes na mesa. (especificar bem a quantidade para evitar bagunça e dispersão).

2. distribua as figuras de personagens da história antes de começar e peça a cada criança que coloque o seu personagem na hora em que ele aparecer na história. (Ex. na história da ovelha perdida, prepare as ovelhas antes da aula com as crianças e peça que as segurem; quando você falar que o pastor tinha muitas ovelhas, peça às crianças que as coloquem na mesa; quando uma fugir, você mesmo a tira e continua a história.

- Dramatização (cena muda / mímica / fantoches)

1. Para fixação da história, divida a turma em grupos e peça que cada grupo encene, sem palavras ou com bonecos que eles mesmos façam usando sucata, uma parte da história e deixe os outros adivinharem que parte é (você pode distribuir papéis com as cenas ou deixar que eles escolham as partes que mais gostaram).

2. Formar duplas, e cada dupla tem que inventar uma cena ou mímica, para que os outros adivinhem, sobre como usará o que aprendeu na história no seu dia a dia.

- Painel (em grupo)

1. Colagem - com recortes de revistas e papel colorido, sobre uma folha de papel bem grande, criar a cena mais interessante da história.

2. Colagem de palavras - depois de contar a história, pedir que digam palavras, sentimentos, expressões que reflitam o que pensam sobre a história e fazer uma colagem usando todas as palavras recortadas de revistas, ou escritas em pedaços de papel colorido.

- Fazer um objeto ou produto que seja importante para a história .Na parábola do fermento, preparar uma massa de pão no início da aula, no final observar quanto cresceu, e levar para casa para assar. Usar argila ou papier-machê para fazer objetos: cesta de papier-machê - inflar um balão, e alternar cola branca e tiras de jornal; na última camada usar papel colorido (revistas); deixar secar um pouco e estourar o balão. Cortar a borda superior e fazer as alças de tubos de papel de revista trançados.

- Envolver a comunidade

1. Trazer uma pessoa para ser entrevistada ou contar seus relatos na aula (ex. Batismo, trazer um pai com fotos do batismo de seus filhos; uma pessoa que esteve doente e sentiu Deus agir na sua cura, etc..)

2. Preparar cartões sobre a mensagem da história aprendida para serem distribuídos aos adultos após o culto. No domingo de Ramos, levar as crianças a enfeitar o pórtico da igreja, durante o culto, para surpreender a comunidade na saída. Preparar lembrancinhas para serem levadas a amigos na escola, ou a vizinhos; ou a pessoas doentes num hospital.

Autor Desconhecido
Nota: Se você é autor dessa postagem,me avise para que eu te dê o crédito,ou a retire se for o caso.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Jesus cura um paralítico

Texto bíblico: Marcos 2.3-12

Havia um homem que não podia andar.
Ficava o tempo todo deitado em uma cama.
Um dia,alguns amigos foram vê-lo e disseram:
-Jesus pode curar você.
Nos vamos te levar ate onde Jesus esta.
Então cada amigo pegou numa ponta do colchão,e foram até pertinho de onde Jesus estava.Mas a casa estava muito cheia e não havia como fazer Jesus vê-lo.
Então os amigos fizeram um buraco no teto e desceram o seu amigo paralítico por ali.
Quando Jesus viu falou:
-Levante e ande.Você está curado.
O homem se levantou e saiu andando no meio de todos carregando seu colchão.
Como ele deve ter ficado alegre por ter podido andar!

Versículo para aprender: “Foi Ele quem nos fez” Salmo 100.3

Atividade para colorir

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Jesus salva seus amigos da tempestade



Texto bíblico:Mateus 8.23-27

Jesus e seus amigos estavam num barco no meio do mar.
Jesus estava muito cansado,por isso se deitou no barco e dormiu.
De repente,começou uma grande tempestade.
O vento soprava forte.O mar estava bravo,e as ondas enormes.
Os amigos de Jesus ficaram com muito medo e acordaram Jesus dizendo:
-Jesus nos salve porque estamos afundando.
Jesus se levantou e falou:
-Porque vocês estão com medo?
Vocês não confiam em mim?Vocês são meus amigos.
Jesus mandou o vento parar.Mandou o mar ficar quieto.E tudo ficou calmo outra vez.
Quem tem Jesus no coração não precisa ter medo porque Ele é nosso amigo.

Versículo para aprender: “Vocês são meus amigos” João 15.14

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Trabalhando limites com nossas criancas

“Instrui o menino no caminho que deve andar, e até quando envelhecer não se
desviará dele”. Prov. 22:6
1.O que a Bíblia fala sobre limites

  • Disciplina é sinal de amor – (Prov 13:24)
  • Disciplina traz paz (Prov. 29:17)
  • Disciplina vem do Senhor (Ef. 6:4)
  • Disciplina leva ao caminho de vida (Prov. 10:17)
  • Disciplina não mata, mas liberta (Prov. 23:13)
  • Disciplina livra a alma do inferno (Prov 23:14)

2. Limites claros

  • Resultado para a criança:
  • Clara noção de que são
  • Pelo que são responsáveis
  • Capacidade de fazer escolhas
  • Consciência de conseqüência – boa e má
  • Possibilidade de terem amor verdadeiro calcado na liberdade.

    II – Em que idade devo trabalhar os limites com a criança? Sempre!
    Onde buscar a orientação para impor limites....Palavra de Deus

    III – O caráter de uma pessoa é o que determina o seu futuro
    A criação dos filhos não se limita ao momento presente.
    Preparamos nossos filhos para o futuro.

    O que é Caráter?
    Comportamento Moral – Integridade - Jeito de ser-
    Maneira de agir ou pensar -Valores que agregam - Princípios que norteiam uma vida –

    Valores do Caráter

Amor – Perdão- Pontualidade – Retidão – Responsabilidade – Veracidade –
Sinceridade - Organização - e muito Mais...


IV – O grande Exemplo
Em seus passos o que faria Jesus??”Seja o exemplo de autoridade para seus filhos। Faça com que eles enxerguem em vocês a pessoa de ....
Jesus Cristo

Crianças são como espojas. Absorvem tudo o que fazemos, tudo o que dizemos .

Avaliando os Estilos de Paternidade


1 Pais Permissivos


CARACTERÍSTICAS


Não colocam limites no comportamento dos filhos। Tendem a deixá-los fazer o que querem,não por falta de interesse, mas para que o filho fique contente।
Geralmente, permitem que tomem demasiadas decisões e escolhas sozinhos, sem sua guia e supervisão।
Muito amantes e respeitosos das necessidades emocionais do filho. Escutam, se interessam e dão atenção ao filho.
Pedem ao filho que mudem seu comportamento ou acreditam que mudará quando for maior.

POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS FILHOS

_ Comportamento de Pais Permissivos

  1. O filho percebe que está no comando e aprende a manipular a seus pais।
  2. Cresce com um sentimento interior de insegurança por falta de limites।
  3. Pode ter baixa auto-estima por não ter aprendido a controlar-se ।

Tem dificuldades de distinguir entre o certo e o errado, e tende a manipular as regras.

2 Pais Negligentes


CARACTERÍSTICAS

  1. Tendem a ser frios, distantes, despreocupados e a não comprometer-se।
  2. Mantém relações por reação e não por princípios।
  3. Não corrigem seus filhos até ver-se obrigados e irritados
  4. Inconsistente e imprevisível para disciplinar।
  5. Duro e abusivo quando está fora de controle।
  6. Reina no lar a atmosfera de NÃO ME AMOLE!

Não toma tempo para escutar e animar os filho।


POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS FILHOS

– Comportamento de Pais Negligentes

  1. Promessas velhas ou descuidadas provocam uma baixa auto-estima।
  2. O abandono e a dureza produzem rebelião।
  3. Poucos resultados por falta de motivação। Insegurança.

Apoiam-se em seus amigos e companheiros, ou grupos anti-sociais।


३। Pais Autoritários


CARACTERÍSTICAS

  1. Preocupados por submissão e obediência extremas।
  2. Inflexível। A obediência é mais importante que as relações.
  3. Insensível। Requer obediência sem considerar opiniões, sentimentos ou necessidade dos filhos.
  4. Dominador, severo, controle parecido com o militar।
  5. Fracassa no ensino de como escolher e tomar decisões।
  6. Não é sensível às tendências e traços de caráter dos filhos.

    POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS FILHOS – Comportamento de Pais Autoritários
  7. A rigidez deforma o espírito e se manifesta por uma atitude retraída ou aberta rebelião।
  8. Ao independer-se desafiam aos pais ou rechaçam seus valores e sua religião।
  9. Baixa auto-estima e pouca habilidade para ajustar-se à autoridade ou uma conformidade excessiva।

Na adolescência tem a tendência de buscar amigos rebeldes।


4.Pais Com Autoridade


CARACTERÍSTICAS

  1. Tem regras claramente definidas, limites e princípios claros।
  2. Consistente e flexível। Disposto a escutar as razões antes de tomar decisões.
  3. Manifesta amor e compreensão, expressando-o com afeto físico।
  4. Se preocupa com as necessidades dos filhos। Dedica-lhes tempo.
  5. Ensina os filhos a tomar decisões e a escolher।
  6. É amigo dos filhos. Produz uma atmosfera carinhosa no lar.

    POSSÍVEIS EFEITOS SOBRE OS FILHOS – Comportamento de Pais com Autoridade
  7. A relação cálida e carinhosa com limites tende a construir a auto estima।
  8. Alto nível de auto satisfação, pois sabem controlar-se।
  9. Saber e entender os limites da estabilidade emocional।
  10. Desenvolve a habilidade de tomar decisões independentes e positivas।
  11. Tem boa comunicação e mínima rebeldia.

    Fonte: Apostilha
    Projeto Mardoqueu – Curso de Aperfeiçoamento
    Para Pais, Pastores e Professores Evangelistas de Crianças e de Adolescentes
    Tema: Sê tu uma bênção! Gn:12:3
    Realização: IOBPC - Um Campo Missionário! Varginha – MG
    05 de abril à 21 de junho – Curso Avançado

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Mensagem especial





"A criança aprende o que vive e vive o que aprende"
Se a criança vive sob crítica,
Ela aprende a condenar;
Se a criança vive sob hostilidade,
Ela aprende a brigar;
Se a criança vive ridicularizada,
Ela aprende a ser tímida;
Se a criança vive sob humilhação,
Ela aprende a sentir-se culpada;
Se a criança vive com tolerância,
Ela aprende a paciência;
Se a criança vive com encorajamento,
Ela aprende a ter confiança;
Se a criança vive com louvor,
Ela aprende a apreciar;
Se a criança vive com compreensão,
Ela aprende a justiça;
Se a criança vive com segurança,
Ela aprende a ter fé;
Se a criança vive com aprovação.
Ela aprende a gostar de si mesma;
Se a criança vive com aceitação e amizade,
Ela aprende a achar amor no mundo.

"Nós amamos porque Deus nos amou primeiro". Vamos ensinar as crianças o quanto Deus nos ama...

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